USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DE MÚSICA PARA DEFICIENTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
Palavras-chave:
Pôster científicoResumo
A audição para as pessoas com deficiência visual é de grande importância, já que o som se torna inerente para a comunicação e a interação com as outras pessoas e com o mundo, de modo geral. Sendo assim, uma boa parte delas tem contato com a música desde os primeiros anos de vida, em casa, na rua ou na escola. Porém, para estudá-la são encontradas grandes barreiras, especialmente pelo despreparo de algumas escolas, por falta de infraestrutura, ou de educadores que não tiveram a capacitação necessária para atuar com qualidade nessa temática. Apesar disso, grandes avanços tecnológicos têm contribuído para a melhoria da educação musical para deficientes visuais, oferecendo diversos recursos como computadores, softwares musicais, lousas e retroprojetores em Braille para um melhor ensino aprendizagem de música na Educação Básica.
Nesse sentido, esse trabalho iniciou-se a partir de uma revisão bibliográfica, que contempla assuntos como o ensino de música para deficientes visuais través do Sistema Braille auxiliados pelas novas tecnologias em sala de aula, expressos principalmente através das discussões de BONILHA (2006), SONZA (2004) e LOURO (2012). De acordo com Bonilha: “... incluir não significa apenas integrar alunos deficientes a um sistema de ensino pré-estabelecido, mas significa propor mudanças de conceitos e atitudes frente às diferenças individuais.” (BONILHA, 2006, p. 8). Por fim, temos como objetivo promover ao educador musical uma reflexão sobre sua atuação no ensino de música, para deficientes visuais, e sugeri-lo o uso de novos recursos tecnológicos que possam auxiliá-lo nesse contexto, promovendo a inclusão e integração desses educandos em sala de aula.
Referências
BONILHA, Fabiana Fator Gouvêa. Leitura Musical na Ponta dos Dedos: Caminhos e Desafios do Ensino da Musicografia Braille na Perspectiva de Alunos e Professores. 2006. Dissertação (Mestrado). Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Artes. Campinas – SP. 2006.
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