PRÁTICA INCLUSIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NA RUPTURA DE PRECONCEITOS

um relato de experiência do Curso em Regência Coral do PRONATEC/EMUFRN

Autores

  • Thaise Cristina Marcelino Matias Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • David Barbalho Pereira Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Catarina Shin Lima de Souza Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Raquel Carmona Torres Félix Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Palavras-chave:

PRONATEC, Esquizofrenia, Música e Inclusão

Resumo

O trabalho apresenta um relato de experiência sobre a inclusão de um aluno diagnosticado com esquizofrenia no Curso de Regência Coral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC, no ano de 2014, contando como parceira a Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN). Ele tem por objetivo relatar como essa prática inclusiva favoreceu descrevendo a inserção do aluno mencionado, assim como as percepções dos outros alunos e funcionários quanto o comportamento diferenciado do aluno em foco, e o processo efetivo de inclusão neste curso. A pesquisa foi desenvolvida mediante entrevistas semiestruturadas tendo como participantes três alunos e um funcionário. Com isso conclui-se que, para o processo inclusivo educacional acontecer é fundamental uma efetiva ação pedagógica, na qual o deficiente possa reconhecer-se incluído e de fato aprendendo significativamente. A paciência dos alunos, professor e equipe de funcionários é um exercício que deve ser praticado. Além da sensibilização docente no que se refere a busca por querer pesquisar o diagnóstico e estudar recursos didáticos e metodologias que favoreçam à aprendizagem evitando os possíveis preconceitos.

Referências

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Publicado

12-12-2015

Como Citar

Matias, T. C. M. ., Pereira, D. B. ., Souza, C. S. L. de ., & Félix, . R. C. T. . (2015). PRÁTICA INCLUSIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NA RUPTURA DE PRECONCEITOS: um relato de experiência do Curso em Regência Coral do PRONATEC/EMUFRN. Anais Do Encontro Sobre Música E Inclusão, 62–73. Recuperado de https://ojs.musica.ufrn.br/emi/article/view/62

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